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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Por que não acredito

Por que não acredito

Não escolhi não acreditar em Deus. A maioria de vocês também não escolheu suas crenças.
 Não há deliberação consciente entre crer e não crer, é resultado subconsciente das
informações que o mundo lhe oferece.

O que existe de deliberado é negar as informações que contrariem aquilo em que você crê,
 um apego quase afetuoso às próprias crenças. Não vão faltar pessoas entrando aqui e
 saindo ao ver o título, ou buscando diretamente a caixa de comentários sem ler os textos.

Quanto a essas pessoas, que constroem uma fortaleza em torno de suas idéias, pouca diferença
 fará as informações que o mundo lhes oferecer: elas já tomaram suas doses de entendimento
 e estão satisfeitas.

Meus pais nada me disseram sobre Deus e, desprovido deste estímulo, eu cresci ateu.
Deus não esteve presente na minha vida, não apareceu nos meus sonhos, Deus não esteve
 comigo nos momentos difíceis, não esteve nos fáceis, não conversou comigo e não me fez falta.
 Apresentou durante todos esses anos um comportamento típico de inexistência.

Quando digo Deus, incluo todas as coisas fantásticas que puderem chamar de Deus.
 O conceito de Deus é diferente em cada religião e até diferente para cada pessoa,
 mas eu não acredito em nenhum deles.

Não estou aqui para provar nada, apenas para argumentar. Ser ateu não me coloca em
vantagem intelectual em relação a ninguém. Mas acredito sim que todos os caminhos da
razão vão levar à conclusão de que não há um Deus para olhar por você.

Sendo assim, se cuide. E até mais!

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